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	<title>Cavadas e Rasgadas</title>
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	<description>A magia do Surf, seja na Ã¡gua ou no asfalto</description>
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		<title>Surfando nas Ladeiras do Uberaba</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2006 12:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Picos]]></category>
		<category><![CDATA[Sessions]]></category>

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		<description><![CDATA[Contribuição: Cristiano Monteiro Descoberto pelo MaurÃ­cio Bastos e o Carlos Lima, este pico fica no Uberaba, algumas quadras atrÃ¡s da Souza Cruz, na Rua Ivo Ferro. O Carlos, alÃ©m de jÃ¡ ter descoberto alguns segredos de â€œPipelineâ€, apelidou esta ladeira casca grossa assim, por se tratar de um pico bem difÃ­cil para um lado do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Contribuição: Cristiano  Monteiro</em><br />
Descoberto pelo MaurÃ­cio Bastos e o Carlos Lima, este pico fica no Uberaba, algumas quadras atrÃ¡s da Souza Cruz, na Rua Ivo Ferro.<br />
O Carlos, alÃ©m de jÃ¡ ter descoberto alguns segredos de â€œPipelineâ€, apelidou esta ladeira casca grossa assim,  por se tratar de um pico bem difÃ­cil para um lado do morro, e oferecer um drop mais tranquilo pro outro , que tambÃ©m recebeu recebeu o apelido de â€œBackdoorâ€.</p>
<p><img width="364" height="272" title="Carlos Lima segurando a pirambeira" alt="Carlos Lima segurando a pirambeira" src="http://static.flickr.com/81/224144774_82efb2ffbf.jpg" /></p>
<p><span id="more-11"></span>Como os nomes sugerem, estas ladeiras  exigem uma certa habilidade para um drop clean, sendo Backdoor de nÃ­vel mÃ©dio e Pipeline um verdadeiro desafio, que consiste em se completar toda a parte crÃ­tica da ladeira sem tem que parar no meio do drop, ou pior, acelerar sem parar.<br />
JÃ¡ para o outro lado do morro, a rua tem uma descida um pouco mais suave, porÃ©m com uma Ã¡rea de aceleraÃ§Ã£o que leva atÃ© a entrada de um condomÃ­nio, onde hÃ¡ espaÃ§o pra treinar as manobras. Depois segue estreita por um asfalto um pouco pior.<br />
Ainda existe um morro coberto de grama ao lado, e atÃ© foi explorado para uns drops, porÃ©m se alguem levar um compensado pra subir a calÃ§ada, ele pode ter outra utilidade.</p>
<p><img width="340" height="226" title="AurÃ©lio pra â€œBackdoorâ€" alt="AurÃ©lio pra â€œBackdoorâ€" src="http://static.flickr.com/86/224144773_8c4b5f527b.jpg" /></p>
<p><strong>O drop seguro em Pipe</strong><br />
Existe uma maneira segura de descer a pirambeira e ainda aproveitar todo o drop como se fosse uma onda forte e pra frente abrindo pra vÃ¡rios cutbacks seguidos.<br />
Pode parecer atÃ© meio Ã³bvio para alguns, mas o carve te leva pra direÃ§Ã£o que vocÃª estÃ¡ olhando. Foi isso que o Carlos constatou pra fazer o drop desta ladeira:<br />
como a inclinaÃ§Ã o Ã© forte, a cavada precisa ser bem agressiva, porÃ©m com cuidado pra nÃ£o desgarrar as rodas, daÃ­ uma murchada nos pneus ajuda. AlÃ©m da base e o posicionamento do tronco, Ã© fundamental focar no ponto onde uma cavada vai terminar, e nÃ£o olhar pra baixo constantemente.</p>
<p><img width="337" height="224" title="Cristiano, cavada em Pipe" alt="Cristiano, cavada em Pipe" src="http://static.flickr.com/88/224144776_7600976752.jpg" /></p>
<p><strong>Momentos de TensÃ£o</strong><br />
Ah, a respeito de acelerar sem parar, achei que jÃ¡ tinha me livrado definitivamente deste erro bÃ¡sico no carveboard, mais fui acometido por isso novamente e proporcionei um momento tenso, mas de pura adrenalina.<br />
Foi insano porque apÃ³s tentar segurar a ladeira sem uma cavada mais agressiva,  acelerei muito e pra piorar, um carro comeÃ§ou a subir a ladeira, o que reduziu mais ainda o espaÃ§o e me fez ganhar mais velocidade. Quando cheguei prÃ³ximo do cruzamento, senti a prancha sem nenhuma estabilidade debaixo dos pÃ©s. SÃ³ consegui pensar que nÃ£o dava mais pra ejetar e que minha Ãºnica chance seria conseguir desviar dos quebra-molas de contenÃ§Ã£o prÃ³ximos do<br />
&#8220;PARE&#8221;. Consegui! Atravessei o cruzamento a mais de 30Km/h e comeÃ§ou uma subida, ainda fui cavando pra desacelerar atÃ© que parei.Ufa&#8230;agradeci a Deus por nÃ£o estar vindo nenhum carro na preferencial.</p>
<p><img width="374" height="249" title="A cavada, e lÃ¡ em baixo o cruzamento" alt="A cavada, e lÃ¡ em baixo o cruzamento" src="http://static.flickr.com/62/224144779_ec7326fa94.jpg" />.</p>
<p>Bem, apÃ³s o susto no primeiro drop neste pico, voltei no local mais duas vezes, jÃ¡ realizando o drop com seguranÃ§a e explorando um pouco mais o potencial do pico para ambos os lados do morro.<br />
A empolgaÃ§Ã£o com o lugar e a vontade de evoluir cada vez mais neste esporte , me motivou a escrever este breve artigo, afinal de contas estamos todos aprendendo com as experiÃªncias que cada novo drop proporciona.</p>
<p><img width="328" height="218" title="Cristiano, pico do Uberaba" alt="Cristiano, pico do Uberaba" src="http://static.flickr.com/83/224144777_65f468e140.jpg" />.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=B073IgqPZzs">Link pro vÃ­deo</a> no Youtube.</p>
<p>ContribuiÃ§Ãµes:</p>
<p>Fotos: Bruno Maia e MaurÃ­cio Bastos<br />
Texto: Cristiano Monteiro<br />
Imagens:Bruno Maia,Cristiano Monteiro<br />
EdiÃ§Ã£o do video: Cristiano Monteiro</p>
<p>Agradecimentos:</p>
<p>Em especial ao Carlos e ao MaurÃ­cio, que descobriram este Ã³timo pico prÃ³ximo da minha casa!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Surfando e Cavando de Base Trocada</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Aug 2006 01:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Condicionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Manobras]]></category>
		<category><![CDATA[Surf]]></category>

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		<description><![CDATA[VocÃª jÃ¡ tentou surfar ou andar de skate com a base trocada? JÃ¡ tentou escovar os dentes com a outra mÃ£o ou cruzar os dedos ao contrÃ¡rio do que vocÃª normalmente faz? JÃ¡ tentou escrever com a mÃ£o esquerda, se Ã© destro, e com a direita, se Ã© canhoteiro? A experiÃªncia nÃ£o deve ter sido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>VocÃª jÃ¡ tentou surfar ou andar de skate com a base trocada? JÃ¡ tentou escovar os dentes com a outra mÃ£o ou cruzar os dedos ao contrÃ¡rio do que vocÃª normalmente faz?  JÃ¡ tentou escrever com a mÃ£o esquerda, se Ã© destro, e com a direita, se Ã© canhoteiro? A experiÃªncia nÃ£o deve ter sido muito produtiva, fazendo vocÃª logo em seguida voltar a executar estas tarefas com o seu lado ou mÃ£o predominante.<span id="more-9"></span></p>
<p><img width="272" height="230" align="left" src="http://www.mathacademy.com/pr/minitext/escher/drawing_hands.gif" />Ã‰ natural todo ser humano ter um lado dominante, onde Ã© mais fÃ¡cil executar as tarefas do dia-a-dia. A maioria da populaÃ§Ã£o Ã© destra e somente dez por cento dela (eu incluÃ­do) Ã© canhoteiro. Por sinal canhos Ã© o nome de um demÃ´nio e daÃ­ que vem o termo <em>canhoteiro</em>. AlguÃ©m jÃ¡ ouviu aquela histÃ³ria que antigamente amarravam as mÃ£os de nossos pais ou avÃ³s para nÃ£o escreverem com a mÃ£o esquerda? Pois Ã©, agora vocÃªs jÃ¡ sabem porque. <img src='http://surfnoasfalto.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
Skatistas e surfistas muito habilidosos  conseguem andar/surfar com qualquer um de seus pÃ©s na frente. Quando tentam manobras desta maneira, chamada de <em>base trocada</em>, aumentam o grau de dificuldade para executÃ¡-las. Neste estado eles estÃ£o desenvolvendo tanto o seu corpo e equilÃ­brio, quanto a sua inteligÃªncia, pois o cÃ©rebro comeÃ§a a fazer conexÃµes para aprender aquela nova habilidade.</p>
<p><img align="right" src="http://www.thegarhwalhimalayas.com/yoga7.jpg" />Ei, entÃ£o Ã© possÃ­vel aumentar a sua inteligÃªncia somente por tentar aprender a fazer as coisas de maneira diferente? Sim! Quando vocÃª aprende a fazer uma tarefa comum de outra maneira, sai da pura repetiÃ§Ã£o e entra na Ã¡rea da criaÃ§Ã£o. VocÃª sai da zona de conforto e desenvolve as suas habilidades adaptativas.</p>
<p>DÃ¡ prÃ³xima vez que tomar cafÃ© use a colher com a outra mÃ£o. E faÃ§a isso nÃ£o uma vez, mas durante vÃ¡rios dias. FaÃ§a atÃ© o ponto em que se sinta tÃ£o confortÃ¡vel com se estivesse fazendo com a sua mÃ£o predominante. No primeiro ou segundo dia se sentirÃ¡ desconfortÃ¡vel e tentarÃ¡ desistir, voltando ao jeito normal. NÃ£o faÃ§a isso! Resista bravamente. VocÃª logo irÃ¡ notar que aquele desconforto Ã© transitÃ³rio.</p>
<p><img width="268" height="200" align="left" src="http://freezeframephotography.smugmug.com/photos/48650481-S.jpg" />Pensando nisso comecei a treinar para andar de base trocada no carve. No inÃ­cio foi muito ruim; o equilÃ­brio quase nÃ£o existe e parece que Ã© o seu avÃ´ que estÃ¡ tentando andar. Como no teste da colher continue tentando e vocÃª notarÃ¡ que rapidamente sairÃ¡ do estÃ¡gio da imbecilidade, conseguindo cavar levemente e andar em ruas de pouca inclinaÃ§Ã£o.</p>
<p>A grande vantagem do carve Ã© que, por ter pneus e shape grandes, a sua inÃ©rcia e aceleraÃ§Ã£o sÃ£o suaves. NÃ£o Ã© como em um skatinho em que as tentativas iniciais de andar com a base trocada sÃ£o quase mortais, gerando raladas e alguns hematomas.</p>
<p><img width="203" height="278" align="right" src="http://www.corriere.it/Media/Foto/2004/05_Maggio/01/fdg/GINNA.jpg" />AlÃ©m de andar com a base trocada, lembre-se que a remada tambÃ©m pode ser feita com o outro pÃ©. A grande vantagem de remar com a outra perna Ã© que vocÃª se exercita de maneira igual e nÃ£o sobrecarrega sempre o mesmo lado do corpo, deixando-o mais equilibrado e tonificado.</p>
<p>Gosto de sempre aprender coisas novas e andar de base trocada Ã© uma Ã³tima experiÃªncia para aquela ladeira que vocÃª jÃ¡ desceu centenas de vezes e nÃ£o acha mais graÃ§a.</p>
<p>Que tal da prÃ³xima vez que for surfar trocar a cordinha de pÃ© por meia hora e ver o que acontece?</p>
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		<title>Surfando o Carveboard pela Primeira Vez</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Aug 2006 02:17:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiras Cavadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como em qualquer outro esporte, Ã© necessÃ¡rio conhecer as regras bÃ¡sicas do carve para aprender e evoluir de forma consistente no esporte. Desta maneira a pessoa que tem o primeiro contato com o carve nÃ£o queima etapas e se diverte enquanto aprende. Nada pior do que levar uma ralada desnecessÃ¡ria, torcer um pÃ© ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outro esporte, Ã© necessÃ¡rio conhecer as regras bÃ¡sicas do carve para aprender e evoluir de forma consistente no esporte. Desta maneira a pessoa que tem o primeiro contato com o carve nÃ£o queima etapas e se diverte enquanto aprende. Nada pior do que levar uma ralada desnecessÃ¡ria, torcer um pÃ© ou ficar com o corpo doendo por falta de conhecimento.<span id="more-8"></span></p>
<p><img width="343" height="239" align="left" title="Carlos, Cristiano, Thur e Raphael no pico da Malhada" alt="Carlos, Cristiano, Thur e Raphael no pico da Malhada" src="http://surfnow.com.br/galerias%20fotograficas/CARVE/IMG_0018.jpg" /><!-- google_ad_section_start -->O carve Ã© diferente dos skates comuns; ele foi feito para imitar os movimentos do surf e por isso seu shape Ã© bem mole. Como o prÃ³prio nome jÃ¡ diz, o carve Ã© um board de cavada, nÃ£o de velocidade. Muitas pessoas se confundem com o visual robusto e os pneus grandes achando que o esquema Ã© pegar uma ladeira bem Ã­ngreme e descer em altas velocidades. Nada mais errado do que isso! O carve Ã© para ser utilizado em baixas velocidades, cavando, fazendo curvas fechadas, jogando o corpo e sentido a fluidez dos movimentos, como no surf. Se vocÃª acha que a velocidade estÃ¡ muito alta, alguma coisa fez de errado. Mantenha sempre controle sobre a velocidade, fazendo curvas largas e compatÃ­veis com a inclinaÃ§Ã£o da ladeira.Â  Sinta a vibe do surf e vocÃª vai fazer o carve deslizar como nas ondas.<!-- google_ad_section_end --></p>
<p>Vejamos entÃ£o sete pontos bÃ¡sicos para sair andando de carve com seguranÃ§a e desenvoltura:</p>
<p><strong>O posicionamento dos pÃ©s para a remada</strong><br />
<img width="246" height="326" align="left" title="Posicionamento do pÃ© para remar" alt="Posicionamento do pÃ© para remar" src="http://static.flickr.com/81/212880568_b385055472.jpg" /> A remada (ou pedalada) Ã© a maneira de colocar o carve em movimento. AtravÃ©s dela se imprime a velocidade inicial na ladeira para se comeÃ§ar a deslizar sobre o asfalto.</p>
<p>O posicionamento do pÃ© da frente Ã© importante, pois ele Ã© que vai servir de apoio para deslocar o carve. Este pÃ© deve estar paralelo, na parte da frente e bem no meio da prancha. Se ele estiver de lado ou fora do centro da prancha ela irÃ¡ virar e o carve farÃ¡ uma curva. Com o pÃ© bem no centro nÃ£o existe perigo de se perder o equilÃ­brio, pois o carrinho irÃ¡ andar reto e de forma previsÃ­vel.</p>
<p>Posicione o pÃ© de trÃ¡s de forma mais aberta, senÃ£o o pneu de trÃ¡s pode bater no seu calcanhar e te desiquilibrar ou derrubar.</p>
<p><strong>A remada</strong><br />
Com o pÃ© da frente posicionado, Ã© hora de impulsionar o pÃ© de trÃ¡s no asfalto para comeÃ§ar a andar e ganhar velocidade. Um erro comum na hora da remada Ã© deslocar o peso do corpo para o pÃ© que estÃ¡ no asfalto. NÃ£o faÃ§a isso, pois vocÃª estarÃ¡ perdendo o equilÃ­brio a cada remada. O correto Ã© deixar todo o equilÃ­brio e peso do corpo no pÃ© que estÃ¡ em cima da prancha. O pÃ© de impulso deve somente tocar o solo com a forÃ§a necessÃ¡ria para te deslocar para a frente, nada mais do que isso. Uma maneira de melhorar a remada Ã© impulsionar o skate e ficar se equilibrando somente com um pÃ©, voltando a impulsionar novamente o solo e seguindo com esta prÃ¡tica atÃ© estar confortÃ¡vel com a situaÃ§Ã£o. Os braÃ§os tambÃ©m podem ser usados para se equilibrar durante as remadas mais fortes, da mesma maneira que vocÃª movimenta-os para se equilibrar em uma caminhada, alternando-os com o movimento das pernas. Com o domÃ­nio da tÃ©cnica da remada Ã© possÃ­vel remar forte aproveitando melhor ruas de baixa inclinaÃ§Ã£o.</p>
<p><strong>O posicionamento dos pÃ©s andando</strong><br />
<img width="357" height="246" align="left" alt="carve - posicionamento dos pÃ©s" title="carve - posicionamento dos pÃ©s" src="http://surfnow.com.br/galerias%20fotograficas/CARVE/IMG_0061.jpg" />Depois de estar em movimento Ã© necessÃ¡rio posicionar os pÃ©s corretamente. Eles devem ficar perpendiculares Ã  prancha. Por isso o pÃ© da frente, que estava reto, agora deve ser girado, deixando o corpo do atleta de lado. Quanto mais perpendiculares estiverem os pÃ©s, melhor serÃ¡ para se inclinar e controlar a intensidade das curvas. O pÃ© de trÃ¡s nÃ£o deve ultrapassar a borracha do tail, pois ela foi feita exatamente para ser um limitador. O pÃ© da frente deve ficar no terÃ§o da frente da prancha. NÃ£o deixe-o muito perto do bico pois ele pode engatar no pneu quando vocÃª fizer <img width="131" height="174" align="right" src="http://www.komar.org/blog/2005/2005_06_30_dirk-bike.jpg" />uma curva. Se isso acontecer Ã© chÃ£o certo, pois o pneu irÃ¡ travar e vocÃª serÃ¡ ejetado.</p>
<p><strong>A velocidade mÃ­nima</strong><br />
O carve Ã© como uma bicicleta. VocÃª precisa de um mÃ­nimo de deslocamento para conseguir andar e conseguir o equilÃ­brio necessÃ¡rio. Ã‰ bem difÃ­cil se equilibrar em uma bicicleta parada; no carve Ã© a mesma coisa. Desta maneira serÃ¡ possÃ­vel fazer as primeiras curvas atravÃ©s do controle do corpo.</p>
<p><strong>O controle atravÃ©s do corpo</strong><br />
<img width="351" height="241" align="left" title="Mauricio cavando" alt="Mauricio cavando" src="http://surfnow.com.br/galerias%20fotograficas/CARVE/IMG_0120.jpg" /> Num skate normal o controle de direÃ§Ã£o se dÃ¡ principalmente pela inclinaÃ§Ã£o dos pÃ©s. No carve isso nÃ£o funciona, vocÃª tem que usar principalmente a parte de cima do corpo, o peitoral, para fazer as curvas. Todo o controle de direÃ§Ã£o se dÃ¡ atravÃ©s do deslocamento do seu centro de gravidade para a frente ou para trÃ¡s. Se tentar controlar o carve somente atravÃ©s da inclinaÃ§Ã£o dos pÃ©s, perderÃ¡ o equilÃ­brio e cairÃ¡ do equipamento. O ideal Ã© comeÃ§ar a fazer curvas bem abertas, inclinando o corpo suavemente, utilizando toda a largura da rua que estÃ¡ usando.</p>
<p><strong>O freio</strong><br />
<img width="342" height="236" align="left" alt="Carlos Rasgando e Freiando" title="Carlos Rasgando e Freiando" src="http://static.flickr.com/48/190472870_0beb94d7fd_o_d.jpg" /> A regra bÃ¡sica do freio Ã©: o carve nÃ£o tem freio! <img src='http://surfnoasfalto.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Mas nÃ£o se preocupe, planadores, asas-delta e parapentes tambÃ©m nÃ£o tem freios e nem por isso se espatifam por aÃ­. O segredo Ã© estar sempre no controle da velocidade. Nunca deixe o carve alcanÃ§ar uma velocidade em que vocÃª nÃ£o esteja confortÃ¡vel. Para isso abuse das curvas e use sempre toda a extensÃ£o (largura) da rua em que estÃ¡ andando. Se achar que estÃ¡ muito lento dÃª uma remada ou aponte o carve para baixo da ladeira para ele pegar um pouco de velocidade. Logo em seguida volte a fazer curvas e usar a rua inteira. Assim vocÃª estarÃ¡ sempre no controle do carrinho e seus joelhos, cotovelos e mÃ£os agradecerÃ£o.</p>
<p><strong>Os equipamentos de seguranÃ§a</strong><br />
<img width="316" height="235" align="left" alt="AurÃ©lio de mÃ£o ralada" title="AurÃ©lio de mÃ£o ralada" src="http://static.flickr.com/70/188516842_c821cbdcb5_d.jpg" /> As pessoas me perguntam se Ã© preciso usar equipamentos de seguranÃ§a. A primeira resposta Ã© que eles nunca sÃ£o demais; a segunda Ã© que o pessoal normalmente comeÃ§a a usar depois que leva as primeiras raladas.</p>
<p>No meu ponto de vista o equipamento essencial Ã© uma boa luva grossa, de preferÃªncia aquelas de pedreiro, conhecidas como <em>luvas de raspa de couro</em>. Elas sÃ£o baratas e podem ser encontradas em lojas de materiais de construÃ§Ã£o.</p>
<p>O capacete, joelheiras e cotoveleiras sÃ£o  outros bons acessÃ³rios de seguranÃ§a que devem ser usados, ainda mais se a pessoa estÃ¡ comeÃ§ando no esporte. Na dÃºvida, use todos e nÃ£o vai se arrepender nunca.</p>
<p><strong>ConclusÃ£o</strong><br />
Seguindo as dicas acima e andando pelo menos uma hora por semana, vocÃª verÃ¡ que a evoluÃ§Ã£o serÃ¡ rÃ¡pida e segura.</p>
<p>Boas cavadas!</p>
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		<title>Surfista Fissurado</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Aug 2006 12:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sessions]]></category>

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		<description><![CDATA[ContribuiÃ§Ã£o de: MaurÃ­cio Bastos / Stem Winder Um surfista fissurado viver numa cidade sem praia, Ã© um sÃ©rio problema, olhar as fotos dos picos preferidos todos os dias, sonhar com a sensaÃ§Ã£o de surfar, ficar monitorando todos e qualquer swell e estar a mais de 100km da praia mais prÃ³xima. Vida dura. O jeito Ã© [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>ContribuiÃ§Ã£o de:  MaurÃ­cio Bastos / Stem Winder </em></p>
<p class="MsoNormal">Um surfista fissurado viver numa cidade sem praia, Ã© um sÃ©rio problema, olhar as fotos dos picos preferidos todos os dias, sonhar com a sensaÃ§Ã£o de surfar, ficar monitorando todos e qualquer swell e estar a mais de 100km da praia mais prÃ³xima. Vida dura. O jeito Ã© matar a fissura com o Carveboard, e fazer o surf no asfalto.</p>
<p class="MsoNormal">O Carveboard Ã© uma espÃ©cie de skate com pneus de borracha, molas, e um shape maior do que o convencional. Descer ladeiras longas com bom asfalto faz com que a sensaÃ§Ã£o e a emoÃ§Ã£o sejam muito semelhantes com a do surf.<span id="more-7"></span></p>
<p class="MsoNormal"><span /><img width="276" height="206" align="left" src="http://static.flickr.com/83/210040710_e7921fabcf.jpg" />Devido a um compromisso no sÃ¡bado Ã  tarde, eu nÃ£o poderia ir para a praia durante o final de semana inteiro, resolvi entÃ£o esquematizar um final de semana alternativo, surf no asfalto no sÃ¡bado de manhÃ£ e surf na Ã¡gua no domingo de manhÃ£ nas merrecas do litoral paranaense.</p>
<p class="MsoNormal">SÃ¡bado o dia amanheceu meio cinzento em SÃ£o JosÃ© dos Pinhais-PR, cidade sem praia, mas com boas ladeiras de asfalto novo. Na noite anterior jÃ¡ havia combinado com o Wagner, um amigo fissurado por todas as modalidades de skate e de esportes com prancha, para descobrirmos alguma ladeira nova na cidade. Fomos em direÃ§Ã£o a um bairro nas proximidades da BR-277, havia lÃ¡ uma bela descida de asfalto recÃ©m inaugurado, que Ã© caminho para o novo presÃ­dio da cidade. A rua ainda sem movimento de veÃ­culos, localiza-se ao meio de bosques de eucaliptos, sendo assim, um convite Ã  diversÃ£o.</p>
<p class="MsoNormal"><span /><img width="185" height="247" align="right" src="http://static.flickr.com/85/210040707_ab4340f015.jpg" />EstÃ¡vamos com equipamentos de filmagem e fotografia para registrar os momentos. Como o dia estava nublado nÃ£o tÃ­nhamos luz suficiente para produzirmos boas fotos, porÃ©m uma ou outra foto sempre fica boa&#8230; comeÃ§amos entÃ£o as descidas. No melhor estilo surf possÃ­vel, fizemos boas manobras, Ã­amos atÃ© o final da ladeira aproveitando ao mÃ¡ximo os cut backs, rasgadas e Ã© lÃ³gico a adrenalina.</p>
<p class="MsoNormal"><span />Descemos por mais de uma hora, uma descida atrÃ¡s da outra, vÃ¡rias fotos, vÃ¡rias vÃ­deos, as pernas jÃ¡ comeÃ§am a ficar cansadas, mas continuamos, atÃ© comeÃ§ar a dar uns pingos de chuva. O cÃ©u estava cinzento, sinistro, comeÃ§ou a ventar mais forte, opa, final da session. Nos abrigamos no carro e comeÃ§ou a chover muito forte, chuva com vento. A diversÃ£o havia acabado. Caberia a nÃ³s neste momento aguardar o sÃ¡bado passar e tentar fazer um surf real no domingo.</p>
<p class="MsoNormal"><span /><img width="218" height="212" align="left" src="http://static.flickr.com/87/210040708_c178166faa.jpg" />No caminho de volta para casa apÃ³s a session, passamos por outros possÃ­veis picos de Carveboard na cidade, olhamos, analisamos, e a chuva forte impedia que experimentÃ¡ssemos aquelas outras descidas. Agora era torcer para o dia seguinte ter umas ondas&#8230;ou marcar o prÃ³ximo role de Carveboard, o surf no asfalto!!</p>
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		<title>Encurtando o Caminho para o Surf</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Aug 2006 16:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Condicionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Surf]]></category>

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		<description><![CDATA[Conseguir ficar em pÃ© em uma prancha deslizando por uma coluna de Ã¡gua em movimento Ã© uma das melhores sensaÃ§Ãµes que se pode ter na vida. A integraÃ§Ã£o Ã© total quando o resultado Ã© agradÃ¡vel e bonito de se ver. Movimentos fluÃ­dos, uma linha bem desenhada e a harmonia do surfista com a onda contam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguir ficar em pÃ© em uma prancha deslizando por uma coluna de Ã¡gua em movimento Ã© uma das melhores sensaÃ§Ãµes que se pode ter na vida. A integraÃ§Ã£o Ã© total quando o resultado Ã© agradÃ¡vel e bonito de se ver. Movimentos fluÃ­dos, uma linha bem desenhada e a harmonia do surfista com a onda contam muito para que tudo pareÃ§a ser plÃ¡stico fÃ¡cil e gracioso.Mas como em toda expressÃ£o do ser humano, descobrimos que quanto mais fÃ¡cil parece, mas trabalho a pessoa teve para chegar atÃ© aquele nÃ­vel. O surf Ã© um dos<span id="more-6"></span><br />
esportes mais difÃ­ceis que existe porque exige ao mesmo tempo dedicaÃ§Ã£o, persistÃªncia, condicionamento fÃ­sico e perseveranÃ§a. Para o surfista tÃ­pico, aquele que nÃ£o mora na praia e tem somente os finais de semana ou as fÃ©rias para se dedicar ao esporte, lÃ¡ se vai um bom ano para conseguir deslizar pelas primeiras paredes de uma onda. O caminho Ã© longo e o objetivo principal, que Ã© surfar, estÃ¡ lÃ¡ no final, depois de vÃ¡rias fases que o candidato a surfista tem que passar.</p>
<p><img width="272" height="182" align="left" src="http://www.photosport.com/surfing/rox20185.jpg" />O primeiro desafio Ã© deitar em cima da prancha e tentar remar para alÃ©m da arrebentaÃ§Ã£o. A prancha nesta hora atrapalha mais do que ajuda. A vontade de jogar aquela bÃ³ia para o lado e nadar em direÃ§Ã£o da calmaria do fundo Ã© uma tentaÃ§Ã£o enorme. Quando o pretendente a surfista consegue chegar ao fundo tem uma alegria enorme, pensa em gritar de euforia, mas quando vÃª uma dezena de outros caras jÃ¡ experiÃªntes, sentados em suas pranchas e aguardando a prÃ³xima onda, engole em seco e tenta sentar para esperar a sua primeira onda.</p>
<p><img width="279" height="209" align="right" src="http://www.coronadosurfing.com/pictures/David%20Surfing%20Website.JPG" />Veja bem que falei <em>tenta sentar</em>,  pois ele logo descobre que ficar em cima de uma prancha, mesmo sentado, Ã© uma tarefa para lÃ¡ de difÃ­cil na primeira vez. Se o pretendente a surfista nÃ£o tem alguÃ©m junto com ele para dar as primeiras dicas, provavelmente irÃ¡ desistir e dizer que aquele esporte nÃ£o Ã© para ele. Nada mais errado; Ã© possÃ­vel aprender a surfar, quase qualquer um consegue, mas sem<br />
dedicaÃ§Ã£o, persistÃªncia, condicionamento fÃ­sico e perseveranÃ§a, que sÃ£o coisas que sÃ³ se adquire com o tempo,  vai ficar difÃ­cil mesmo  conseguir atingir aquele sonho de deslizar na parede de uma onda.</p>
<p>Mas como entÃ£o encurtar este caminho e deixÃ¡-lo menos penoso? Ã‰ possÃ­vel acelerar o aprendizado do surf, mesmo nÃ£o estando na Ã¡gua, remando e levando algumas ondas na cabeÃ§a? Olha, mÃ¡gina nÃ£o existe, mas o ser humano sempre tem uns trÃªs ou quatro truques dentro de sua bolsinha de criatividade e inteligÃªncia. <img src='http://surfnoasfalto.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Entra em cena o Carveboard</strong><br />
<img width="328" height="234" align="left" src="http://www.eckertphotoimaging.com/Commercial/Carveboard/images/ChrisCorrente2.jpg" /> Ã‰ aÃ­ que entra o carve, como um dos truques que podem se acoplar no arsenal de <a href="http://surfnoasfalto.com.br/blog/2006/08/12/experimentando-o-carveboard-pela-primeira-vez/">tÃ©cnicas e estratÃ©gias</a> para formar um bom surfista. E olha que nÃ£o estou falando de Kelly Slaters ou Gerry Lopez da vida. Estou falando daquele cara (ou menina) que jÃ¡ sonhou em poder deslizar em uma onda curtindo a sensaÃ§Ã£o da natureza e se sentindo Deus por alguns segundos. Nada de batidas na junÃ§Ã£o da onda, aÃ©reos fenomenais ou rasgadas que espirram Ã¡gua em todo o pessoal. Nada disso. Somente uma remada bem feita, uma subida na prancha e o deslizar por aquela parede de Ã¡gua, imaginando que aquilo nÃ£o vai ter mais fim.</p>
<p><strong>EquilÃ­brio</strong><br />
<img align="right" src="http://aurelio.net/img/carve.jpg" /> O carve Ã© extremamente mole e por isso Ã© tÃ£o bom para se treinar o equilÃ­brio. NÃ£o Ã© a toa que nas primeiras liÃ§Ãµes comparo ele Ã  uma bicicleta. NinguÃ©m consegue ficar equilibrado em uma bicicleta se ela nÃ£o estiver em movimento (bem, quase ninguÃ©m). Agora, se vocÃª dÃ¡ uma ou duas pedaladas pronto!, jÃ¡ estÃ¡ equilibrado e andando de um lado para o outro. No carve Ã© a mesma coisa, Ã© preciso de um deslocamente inicial para que a pessoa consiga se equilibrar. Treinando no carve vocÃª desenvolve naturalmente seu sentido de equilÃ­brio, o que poderÃ¡ lhe ajudar quando estiver em cima de uma prancha na onda.</p>
<p><strong> Movimentos do Surf</strong><br />
<img align="left" src="http://www.utahsportsmag.com/past-issues/v1n05/images/carveboard-01.jpg" /> Como o carve foi feito para ser um simulador Ã© natural que seus movimentos sejam muito semelhantes aos executados no surf. Isso quer dizer que cada vez que vocÃª andar de carve estarÃ¡ treinando o seu corpo para reagir melhor quando estiver em uma prancha dentro da Ã¡gua. NÃ£o pense que o carve substitui o treinamento dentro d&#8217;Ã¡gua ou que Ã© sÃ³ ficar um mÃªs direto andando de carve que vocÃª conseguirÃ¡ surfar sem nunca ter colocado um pÃ© em contato com a parafina. Nada disso. Mas com certeza o carve vai ser um forte complemento no seu aprendizado, melhorando a sua postura, as respostas na prancha e as sutis diferenÃ§as de como a onda se apresenta para vocÃª.</p>
<p><strong>Condicionamento FÃ­sico</strong><br />
<img align="right" src="http://static.flickr.com/69/188511757_a16bdb43fb_m.jpg" /> Conhece aquele surfista tÃ­pico, que tem um baita peitoral, braÃ§os fortes e pernas fininhas? <img src='http://surfnoasfalto.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Pois Ã©, isso tem uma razÃ£o de ser. Na maior parte do tempo o surfista nÃ£o surfa, ele rema! 80 a 90% do tempo que um surfista passa na Ã¡gua Ã© para remar. Com muita sorte no restante do tempo ele estÃ¡ pegando ondas. Por isso o desenvolvimento dos membros superiores Ã© grande. E as pernas, onde ficam nesta histÃ³ria? Elas ficam deitadas ao longo da prancha, praticamente sem se mexer atÃ© que o surfista pega uma onda. A partir daÃ­, em longos 5 ou no mÃ¡ximo 10 segundos elas se movimentam seguindo a parede da onda e deslizando junto com a prancha.</p>
<p>No carve Ã© exatamente o contrÃ¡rio. As pernas sÃ£o exigidas durante toda a session. Seja enquanto o carveboarder estÃ¡ descendo a ladeira, deslizando de um lado para outro, seja quando ele sobe a rua para descer mais uma vez. Isso provoca duas coisas muito boas: um condicionamento fÃ­sico aerÃ³bico prazeroso e divertido (quem disse que academia Ã© divertido?) e um grande alongamento dos mÃºsculos, sobretudo da cadeira posterior, desde as pernas atÃ© as costas.</p>
<p><strong>Concluindo</strong><br />
Como falei acima, o carve nÃ£o Ã© um substituto do surf, mas sim um poderoso complemento, mantendo as mesmas caracterÃ­sticas do esporte, somando ao invÃ©s de diminuir, acrescentando ao invÃ©s de denegrir.</p>
<p>Surf na alma, seja no mar ou no asfalto!</p>
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		<title>Como Comecei a Surfar no Asfalto</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Aug 2006 05:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
				<category><![CDATA[HistÃ³ria]]></category>

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		<description><![CDATA[No final de 2001 eu estava em mais uma transiÃ§Ã£o entre esportes. Tinha parado de voar de parapente a pouco tempo e ainda nÃ£o havia escolhido outro esporte para me dedicar. A Bel, o tesÃ£o da minha vida, jÃ¡ surfava de body-boarding fazia muitos anos. Os meus cunhados, o Dudu e o Gian tambÃ©m surfavam. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final de 2001 eu estava em mais uma transiÃ§Ã£o entre esportes. Tinha parado de voar de <a href="http://stulzer.net/parapente/">parapente</a> a pouco tempo e ainda nÃ£o havia escolhido outro esporte para me dedicar. A Bel, <a href="http://www.stulzer.net/bel/">o tesÃ£o da minha vida</a>, jÃ¡ surfava de body-boarding fazia muitos anos. Os meus cunhados, o Dudu e o Gian tambÃ©m surfavam. Hmmm, comecei a pensar que poderia ser a hora de me engatar em uma nova aventura.<span id="more-5"></span></p>
<p><img src="http://www.stulzer.net/parapente/images/eu/eu2.jpg" /><br />
Um belo dia estÃ¡vamos na casa do meu sogro em Guaratuba e peguei a velha Cristal Graffiti do Gian emprestada. NÃ£o sabia fazer nada e achei, com aquela tÃ­pica ignorÃ¢ncia dos novatos, que poderia sair surfando naquele dia mesmo. QuÃ¡quÃ¡quÃ¡, consegui chegar no fundo, mas quem disse que sequer ficava sentado na prancha?</p>
<p><img src="http://static.flickr.com/85/207771065_eea3525b32_m.jpg" /></p>
<p>Mas achei interessante aquela histÃ³ria e resolvi encarar. No inÃ­cio peguei dicas com o Dudu e o Gian, atÃ© que comprei uma Canfield 6.2&#8242; usada. Muito legal a prancha, sÃ³ que nÃ£o sabia que para um novato era melhor pegar uma prancha maior.</p>
<p><img width="193" height="267" align="left" src="http://surfnoasfalto.com.br/carve-propaganda.jpg" />Neste meio tempo, exatamente em abril de 2002, em enxerguei a luz! Na volta de uma viagem para SÃ£o Paulo, comprei uma revista Surfer e vi uma propaganda de pÃ¡gina inteira do carveboard. Na hora entendi o que era aquele esqueitÃ£o enorme, de rodas e pneus grandes, fazendo os mesmo movimentos do surf que via nas revistas.</p>
<p>No dia seguinte acessei o site da empresa e baixei os vÃ­deos: eu havia sido contaminado. Menos de um mÃªs depois jÃ¡ estava com o carrinho na minha casa.</p>
<p>O problema foi pegar de manhÃ£ o brinquedo no correio e nÃ£o poder andar atÃ© as onze horas da noite. Mas a histÃ³ria da primeira session vai ficar para um outro post&#8230; <img src='http://surfnoasfalto.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Surf no Asfalto como VocÃª Nunca Viu!</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Aug 2006 04:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
				<category><![CDATA[HistÃ³ria]]></category>

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		<description><![CDATA[Cansado de sÃ³ dar uma caÃ­da no mar no fim de semana? Gostaria de poder fazer uma session de gala no fim de tarde? Pois Ã©, por esta e por outras Ã© que o carveboard foi inventado. O Carve foi desenvolvido para ser o simulador perfeito do surf e em pouco tempo vocÃª pega a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cansado de sÃ³ dar uma caÃ­da no mar no fim de semana? Gostaria de poder fazer uma session de gala no fim de tarde? Pois Ã©, por esta e por outras Ã© que o carveboard foi inventado.</p>
<p>O Carve foi desenvolvido para ser o simulador perfeito do surf e em pouco tempo vocÃª pega a ginga do carve e comeÃ§a a desfrutar das cavadas e rasgadas. Ã‰ muito legal poder ficar deslizando por horas em um asfalto perfeitinho, simulando uma onda, treinando aquela rasgada ou batida inÃºmeras vezes, atÃ© que saia perfeita.<span id="more-4"></span></p>
<p>A histÃ³ria toda comeÃ§ou por volta de 1992 quando o surfista havaiano Laird Hamilton comeÃ§ou a desenvolver um skate para simular o surf, construÃ­do a partir de peÃ§as usadas e pneus de bicicleta. O projeto ficou meio esquecido atÃ© que apareceu o mountainboard, utilizando conceitos mais modernos de eixos sobre molas e inclinaÃ§Ã£o no shape. Partindo deste princÃ­pio, Brad Gerlach e seu pai Joe, criaram o primeiro protÃ³tipo do carve, para ser utilizado na gravaÃ§Ã£o de um vÃ­deo de dicas de surf. <a href="http://flickr.com/photos/aureliojargas/205837935/"><img align="right" src="http://static.flickr.com/79/205837935_8eaa810450_m.jpg" /></a></p>
<p class="Photo">
<p>O skate ficou tÃ£o bom que logo Brad e seus amigos comeÃ§aram a utilizÃ¡-lo para treinar quando o mar estava flat. Brad vislumbrou o potencial do skate e o batizou com o nome de Carveboard, de onde o termo <em>carve</em> vem da cavada, manobra em que o surfista faz um curva fechada, inclinando bastante o corpo. Em 1997 ele criou a Carveboard Sports e comeÃ§o a fazer o carve em larga escala.</p>
<p>E o resto Ã© histÃ³ria, com milhares de carves espalhados pelo mundo, proporcionando um surf de asfalto com todas as sensaÃ§Ãµes daquela queda clÃ¡ssica num mar de um metrÃ£o.</p>
<p class="Photo"><a href="http://flickr.com/photos/aureliojargas/194768300/"><br />
</a></p>
<p class="Photo"><a href="http://flickr.com/photos/aureliojargas/194768300/"><img align="left" src="http://static.flickr.com/68/194768300_caf13070ea_m.jpg" /></a></p>
<p>O conceito do carve, com pneus largos, slick e com molas bem soltas ainda nÃ£o foi superado. O Carveboard americano foi o primeiro a atingir este estado de tecnologia. A partir daÃ­ outros fabricantes pelo mundo passaram a usar o mesmo conceito nos seus produtos para fazer produtos similares. Com o tempo as inovaÃ§Ãµes comeÃ§aram a aparecer atravÃ©s de outras empresas, como foi o caso da primeira fÃ¡brica nacional de carves, a Dropboards. Fazendo um carve idÃªntico ao americano, ela preencheu uma lacuna no mercado nacional que carecia de um produto similar ao importado, mas com toda a sua qualidade e a um preÃ§o bem mais acessÃ­vel.</p>
<p>E nÃ£o pense que o carve Ã© um skate longboard com pneus de borracha e largos. Ã‰ sÃ³ subir em cima de um carve para ver como o conceito Ã© totalmente diferente. Ao contrÃ¡rio do skate normal, o qual vocÃª controla somente com os pÃ©s, no carve Ã© necessÃ¡rio utilizar a parte superior do corpo, inclinando-o como no surf, para que ele mude de direÃ§Ã£o. Com um pouco de treino Ã© possÃ­vel inclinar muito o corpo e sentir aquela pressÃ£o da parede da onda ou da cavada bem fechada feita logo apÃ³s o drop.</p>
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