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	<title>Cavadas e Rasgadas</title>
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	<description>A magia do Surf, seja na água ou no asfalto</description>
	<pubDate>Sat, 23 Jun 2007 12:10:53 +0000</pubDate>
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		<title>Surfando nas Ladeiras do Uberaba</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2006 12:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Picos]]></category>

		<category><![CDATA[Sessions]]></category>

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		<description><![CDATA[Contribuio: Cristiano  Monteiro
Descoberto pelo Maurício Bastos e o Carlos Lima, este pico fica no Uberaba, algumas quadras atrás da Souza Cruz, na Rua Ivo Ferro.
O Carlos, além de já ter descoberto alguns segredos de “Pipeline”, apelidou esta ladeira casca grossa assim,  por se tratar de um pico bem difícil para um lado do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Contribuio: Cristiano  Monteiro</em><br />
Descoberto pelo Maurício Bastos e o Carlos Lima, este pico fica no Uberaba, algumas quadras atrás da Souza Cruz, na Rua Ivo Ferro.<br />
O Carlos, além de já ter descoberto alguns segredos de “Pipeline”, apelidou esta ladeira casca grossa assim,  por se tratar de um pico bem difícil para um lado do morro, e oferecer um drop mais tranquilo pro outro , que também recebeu recebeu o apelido de “Backdoor”.</p>
<p><img width="364" height="272" title="Carlos Lima segurando a pirambeira" alt="Carlos Lima segurando a pirambeira" src="http://static.flickr.com/81/224144774_82efb2ffbf.jpg" /></p>
<p><span id="more-11"></span>Como os nomes sugerem, estas ladeiras  exigem uma certa habilidade para um drop clean, sendo Backdoor de nível médio e Pipeline um verdadeiro desafio, que consiste em se completar toda a parte crítica da ladeira sem tem que parar no meio do drop, ou pior, acelerar sem parar.<br />
Já para o outro lado do morro, a rua tem uma descida um pouco mais suave, porém com uma área de aceleração que leva até a entrada de um condomínio, onde há espaço pra treinar as manobras. Depois segue estreita por um asfalto um pouco pior.<br />
Ainda existe um morro coberto de grama ao lado, e até foi explorado para uns drops, porém se alguem levar um compensado pra subir a calçada, ele pode ter outra utilidade.</p>
<p><img width="340" height="226" title="Aurélio pra “Backdoor”" alt="Aurélio pra “Backdoor”" src="http://static.flickr.com/86/224144773_8c4b5f527b.jpg" /></p>
<p><strong>O drop seguro em Pipe</strong><br />
Existe uma maneira segura de descer a pirambeira e ainda aproveitar todo o drop como se fosse uma onda forte e pra frente abrindo pra vários cutbacks seguidos.<br />
Pode parecer até meio óbvio para alguns, mas o carve te leva pra direção que você está olhando. Foi isso que o Carlos constatou pra fazer o drop desta ladeira:<br />
como a inclinaç o é forte, a cavada precisa ser bem agressiva, porém com cuidado pra não desgarrar as rodas, daí uma murchada nos pneus ajuda. Além da base e o posicionamento do tronco, é fundamental focar no ponto onde uma cavada vai terminar, e não olhar pra baixo constantemente.</p>
<p><img width="337" height="224" title="Cristiano, cavada em Pipe" alt="Cristiano, cavada em Pipe" src="http://static.flickr.com/88/224144776_7600976752.jpg" /></p>
<p><strong>Momentos de Tensão</strong><br />
Ah, a respeito de acelerar sem parar, achei que já tinha me livrado definitivamente deste erro básico no carveboard, mais fui acometido por isso novamente e proporcionei um momento tenso, mas de pura adrenalina.<br />
Foi insano porque após tentar segurar a ladeira sem uma cavada mais agressiva,  acelerei muito e pra piorar, um carro começou a subir a ladeira, o que reduziu mais ainda o espaço e me fez ganhar mais velocidade. Quando cheguei próximo do cruzamento, senti a prancha sem nenhuma estabilidade debaixo dos pés. Só consegui pensar que não dava mais pra ejetar e que minha única chance seria conseguir desviar dos quebra-molas de contenção próximos do<br />
&#8220;PARE&#8221;. Consegui! Atravessei o cruzamento a mais de 30Km/h e começou uma subida, ainda fui cavando pra desacelerar até que parei.Ufa&#8230;agradeci a Deus por não estar vindo nenhum carro na preferencial.</p>
<p><img width="374" height="249" title="A cavada, e lá em baixo o cruzamento" alt="A cavada, e lá em baixo o cruzamento" src="http://static.flickr.com/62/224144779_ec7326fa94.jpg" />.</p>
<p>Bem, após o susto no primeiro drop neste pico, voltei no local mais duas vezes, já realizando o drop com segurança e explorando um pouco mais o potencial do pico para ambos os lados do morro.<br />
A empolgação com o lugar e a vontade de evoluir cada vez mais neste esporte , me motivou a escrever este breve artigo, afinal de contas estamos todos aprendendo com as experiências que cada novo drop proporciona.</p>
<p><img width="328" height="218" title="Cristiano, pico do Uberaba" alt="Cristiano, pico do Uberaba" src="http://static.flickr.com/83/224144777_65f468e140.jpg" />.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=B073IgqPZzs">Link pro vídeo</a> no Youtube.</p>
<p>Contribuições:</p>
<p>Fotos: Bruno Maia e Maurício Bastos<br />
Texto: Cristiano Monteiro<br />
Imagens:Bruno Maia,Cristiano Monteiro<br />
Edição do video: Cristiano Monteiro</p>
<p>Agradecimentos:</p>
<p>Em especial ao Carlos e ao Maurício, que descobriram este ótimo pico próximo da minha casa!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Surfando e Cavando de Base Trocada</title>
		<link>http://surfnoasfalto.com.br/blog/2006/08/19/surfando-e-cavando-de-base-trocada/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Aug 2006 01:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Condicionamento]]></category>

		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

		<category><![CDATA[Manobras]]></category>

		<category><![CDATA[Surf]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já tentou surfar ou andar de skate com a base trocada? Já tentou escovar os dentes com a outra mão ou cruzar os dedos ao contrário do que você normalmente faz?  Já tentou escrever com a mão esquerda, se é destro, e com a direita, se é canhoteiro? A experiência não deve ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já tentou surfar ou andar de skate com a base trocada? Já tentou escovar os dentes com a outra mão ou cruzar os dedos ao contrário do que você normalmente faz?  Já tentou escrever com a mão esquerda, se é destro, e com a direita, se é canhoteiro? A experiência não deve ter sido muito produtiva, fazendo você logo em seguida voltar a executar estas tarefas com o seu lado ou mão predominante.<span id="more-9"></span></p>
<p><img width="272" height="230" align="left" src="http://www.mathacademy.com/pr/minitext/escher/drawing_hands.gif" />É natural todo ser humano ter um lado dominante, onde é mais fácil executar as tarefas do dia-a-dia. A maioria da população é destra e somente dez por cento dela (eu incluído) é canhoteiro. Por sinal canhos é o nome de um demônio e daí que vem o termo <em>canhoteiro</em>. Alguém já ouviu aquela história que antigamente amarravam as mãos de nossos pais ou avós para não escreverem com a mão esquerda? Pois é, agora vocês já sabem porque. <img src='http://surfnoasfalto.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
Skatistas e surfistas muito habilidosos  conseguem andar/surfar com qualquer um de seus pés na frente. Quando tentam manobras desta maneira, chamada de <em>base trocada</em>, aumentam o grau de dificuldade para executá-las. Neste estado eles estão desenvolvendo tanto o seu corpo e equilíbrio, quanto a sua inteligência, pois o cérebro começa a fazer conexões para aprender aquela nova habilidade.</p>
<p><img align="right" src="http://www.thegarhwalhimalayas.com/yoga7.jpg" />Ei, então é possível aumentar a sua inteligência somente por tentar aprender a fazer as coisas de maneira diferente? Sim! Quando você aprende a fazer uma tarefa comum de outra maneira, sai da pura repetição e entra na área da criação. Você sai da zona de conforto e desenvolve as suas habilidades adaptativas.</p>
<p>Dá próxima vez que tomar café use a colher com a outra mão. E faça isso não uma vez, mas durante vários dias. Faça até o ponto em que se sinta tão confortável com se estivesse fazendo com a sua mão predominante. No primeiro ou segundo dia se sentirá desconfortável e tentará desistir, voltando ao jeito normal. Não faça isso! Resista bravamente. Você logo irá notar que aquele desconforto é transitório.</p>
<p><img width="268" height="200" align="left" src="http://freezeframephotography.smugmug.com/photos/48650481-S.jpg" />Pensando nisso comecei a treinar para andar de base trocada no carve. No início foi muito ruim; o equilíbrio quase não existe e parece que é o seu avô que está tentando andar. Como no teste da colher continue tentando e você notará que rapidamente sairá do estágio da imbecilidade, conseguindo cavar levemente e andar em ruas de pouca inclinação.</p>
<p>A grande vantagem do carve é que, por ter pneus e shape grandes, a sua inércia e aceleração são suaves. Não é como em um skatinho em que as tentativas iniciais de andar com a base trocada são quase mortais, gerando raladas e alguns hematomas.</p>
<p><img width="203" height="278" align="right" src="http://www.corriere.it/Media/Foto/2004/05_Maggio/01/fdg/GINNA.jpg" />Além de andar com a base trocada, lembre-se que a remada também pode ser feita com o outro pé. A grande vantagem de remar com a outra perna é que você se exercita de maneira igual e não sobrecarrega sempre o mesmo lado do corpo, deixando-o mais equilibrado e tonificado.</p>
<p>Gosto de sempre aprender coisas novas e andar de base trocada é uma ótima experiência para aquela ladeira que você já desceu centenas de vezes e não acha mais graça.</p>
<p>Que tal da próxima vez que for surfar trocar a cordinha de pé por meia hora e ver o que acontece?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Surfando o Carveboard pela Primeira Vez</title>
		<link>http://surfnoasfalto.com.br/blog/2006/08/12/experimentando-o-carveboard-pela-primeira-vez/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Aug 2006 02:17:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

		<category><![CDATA[Primeiras Cavadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como em qualquer outro esporte, é necessário conhecer as regras básicas do carve para aprender e evoluir de forma consistente no esporte. Desta maneira a pessoa que tem o primeiro contato com o carve não queima etapas e se diverte enquanto aprende. Nada pior do que levar uma ralada desnecessária, torcer um pé ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outro esporte, é necessário conhecer as regras básicas do carve para aprender e evoluir de forma consistente no esporte. Desta maneira a pessoa que tem o primeiro contato com o carve não queima etapas e se diverte enquanto aprende. Nada pior do que levar uma ralada desnecessária, torcer um pé ou ficar com o corpo doendo por falta de conhecimento.<span id="more-8"></span></p>
<p><img width="343" height="239" align="left" title="Carlos, Cristiano, Thur e Raphael no pico da Malhada" alt="Carlos, Cristiano, Thur e Raphael no pico da Malhada" src="http://surfnow.com.br/galerias%20fotograficas/CARVE/IMG_0018.jpg" /><!-- google_ad_section_start -->O carve é diferente dos skates comuns; ele foi feito para imitar os movimentos do surf e por isso seu shape é bem mole. Como o próprio nome já diz, o carve é um board de cavada, não de velocidade. Muitas pessoas se confundem com o visual robusto e os pneus grandes achando que o esquema é pegar uma ladeira bem íngreme e descer em altas velocidades. Nada mais errado do que isso! O carve é para ser utilizado em baixas velocidades, cavando, fazendo curvas fechadas, jogando o corpo e sentido a fluidez dos movimentos, como no surf. Se você acha que a velocidade está muito alta, alguma coisa fez de errado. Mantenha sempre controle sobre a velocidade, fazendo curvas largas e compatíveis com a inclinação da ladeira.  Sinta a vibe do surf e você vai fazer o carve deslizar como nas ondas.<!-- google_ad_section_end --></p>
<p>Vejamos então sete pontos básicos para sair andando de carve com segurança e desenvoltura:</p>
<p><strong>O posicionamento dos pés para a remada</strong><br />
<img width="246" height="326" align="left" title="Posicionamento do pé para remar" alt="Posicionamento do pé para remar" src="http://static.flickr.com/81/212880568_b385055472.jpg" /> A remada (ou pedalada) é a maneira de colocar o carve em movimento. Através dela se imprime a velocidade inicial na ladeira para se começar a deslizar sobre o asfalto.</p>
<p>O posicionamento do pé da frente é importante, pois ele é que vai servir de apoio para deslocar o carve. Este pé deve estar paralelo, na parte da frente e bem no meio da prancha. Se ele estiver de lado ou fora do centro da prancha ela irá virar e o carve fará uma curva. Com o pé bem no centro não existe perigo de se perder o equilíbrio, pois o carrinho irá andar reto e de forma previsível.</p>
<p>Posicione o pé de trás de forma mais aberta, senão o pneu de trás pode bater no seu calcanhar e te desiquilibrar ou derrubar.</p>
<p><strong>A remada</strong><br />
Com o pé da frente posicionado, é hora de impulsionar o pé de trás no asfalto para começar a andar e ganhar velocidade. Um erro comum na hora da remada é deslocar o peso do corpo para o pé que está no asfalto. Não faça isso, pois você estará perdendo o equilíbrio a cada remada. O correto é deixar todo o equilíbrio e peso do corpo no pé que está em cima da prancha. O pé de impulso deve somente tocar o solo com a força necessária para te deslocar para a frente, nada mais do que isso. Uma maneira de melhorar a remada é impulsionar o skate e ficar se equilibrando somente com um pé, voltando a impulsionar novamente o solo e seguindo com esta prática até estar confortável com a situação. Os braços também podem ser usados para se equilibrar durante as remadas mais fortes, da mesma maneira que você movimenta-os para se equilibrar em uma caminhada, alternando-os com o movimento das pernas. Com o domínio da técnica da remada é possível remar forte aproveitando melhor ruas de baixa inclinação.</p>
<p><strong>O posicionamento dos pés andando</strong><br />
<img width="357" height="246" align="left" alt="carve - posicionamento dos pés" title="carve - posicionamento dos pés" src="http://surfnow.com.br/galerias%20fotograficas/CARVE/IMG_0061.jpg" />Depois de estar em movimento é necessário posicionar os pés corretamente. Eles devem ficar perpendiculares à prancha. Por isso o pé da frente, que estava reto, agora deve ser girado, deixando o corpo do atleta de lado. Quanto mais perpendiculares estiverem os pés, melhor será para se inclinar e controlar a intensidade das curvas. O pé de trás não deve ultrapassar a borracha do tail, pois ela foi feita exatamente para ser um limitador. O pé da frente deve ficar no terço da frente da prancha. Não deixe-o muito perto do bico pois ele pode engatar no pneu quando você fizer <img width="131" height="174" align="right" src="http://www.komar.org/blog/2005/2005_06_30_dirk-bike.jpg" />uma curva. Se isso acontecer é chão certo, pois o pneu irá travar e você será ejetado.</p>
<p><strong>A velocidade mínima</strong><br />
O carve é como uma bicicleta. Você precisa de um mínimo de deslocamento para conseguir andar e conseguir o equilíbrio necessário. É bem difícil se equilibrar em uma bicicleta parada; no carve é a mesma coisa. Desta maneira será possível fazer as primeiras curvas através do controle do corpo.</p>
<p><strong>O controle através do corpo</strong><br />
<img width="351" height="241" align="left" title="Mauricio cavando" alt="Mauricio cavando" src="http://surfnow.com.br/galerias%20fotograficas/CARVE/IMG_0120.jpg" /> Num skate normal o controle de direção se dá principalmente pela inclinação dos pés. No carve isso não funciona, você tem que usar principalmente a parte de cima do corpo, o peitoral, para fazer as curvas. Todo o controle de direção se dá através do deslocamento do seu centro de gravidade para a frente ou para trás. Se tentar controlar o carve somente através da inclinação dos pés, perderá o equilíbrio e cairá do equipamento. O ideal é começar a fazer curvas bem abertas, inclinando o corpo suavemente, utilizando toda a largura da rua que está usando.</p>
<p><strong>O freio</strong><br />
<img width="342" height="236" align="left" alt="Carlos Rasgando e Freiando" title="Carlos Rasgando e Freiando" src="http://static.flickr.com/48/190472870_0beb94d7fd_o_d.jpg" /> A regra básica do freio é: o carve não tem freio! <img src='http://surfnoasfalto.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> Mas não se preocupe, planadores, asas-delta e parapentes também não tem freios e nem por isso se espatifam por aí. O segredo é estar sempre no controle da velocidade. Nunca deixe o carve alcançar uma velocidade em que você não esteja confortável. Para isso abuse das curvas e use sempre toda a extensão (largura) da rua em que está andando. Se achar que está muito lento dê uma remada ou aponte o carve para baixo da ladeira para ele pegar um pouco de velocidade. Logo em seguida volte a fazer curvas e usar a rua inteira. Assim você estará sempre no controle do carrinho e seus joelhos, cotovelos e mãos agradecerão.</p>
<p><strong>Os equipamentos de segurança</strong><br />
<img width="316" height="235" align="left" alt="Aurélio de mão ralada" title="Aurélio de mão ralada" src="http://static.flickr.com/70/188516842_c821cbdcb5_d.jpg" /> As pessoas me perguntam se é preciso usar equipamentos de segurança. A primeira resposta é que eles nunca são demais; a segunda é que o pessoal normalmente começa a usar depois que leva as primeiras raladas.</p>
<p>No meu ponto de vista o equipamento essencial é uma boa luva grossa, de preferência aquelas de pedreiro, conhecidas como <em>luvas de raspa de couro</em>. Elas são baratas e podem ser encontradas em lojas de materiais de construção.</p>
<p>O capacete, joelheiras e cotoveleiras são  outros bons acessórios de segurança que devem ser usados, ainda mais se a pessoa está começando no esporte. Na dúvida, use todos e não vai se arrepender nunca.</p>
<p><strong>Conclusão</strong><br />
Seguindo as dicas acima e andando pelo menos uma hora por semana, você verá que a evolução será rápida e segura.</p>
<p>Boas cavadas!</p>
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		<title>Surfista Fissurado</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Aug 2006 12:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sessions]]></category>

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		<description><![CDATA[Contribuição de:  Maurício Bastos / Stem Winder 
Um surfista fissurado viver numa cidade sem praia, é um sério problema, olhar as fotos dos picos preferidos todos os dias, sonhar com a sensação de surfar, ficar monitorando todos e qualquer swell e estar a mais de 100km da praia mais próxima. Vida dura. O jeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Contribuição de:  Maurício Bastos / Stem Winder </em></p>
<p class="MsoNormal">Um surfista fissurado viver numa cidade sem praia, é um sério problema, olhar as fotos dos picos preferidos todos os dias, sonhar com a sensação de surfar, ficar monitorando todos e qualquer swell e estar a mais de 100km da praia mais próxima. Vida dura. O jeito é matar a fissura com o Carveboard, e fazer o surf no asfalto.</p>
<p class="MsoNormal">O Carveboard é uma espécie de skate com pneus de borracha, molas, e um shape maior do que o convencional. Descer ladeiras longas com bom asfalto faz com que a sensação e a emoção sejam muito semelhantes com a do surf.<span id="more-7"></span></p>
<p class="MsoNormal"><span /><img width="276" height="206" align="left" src="http://static.flickr.com/83/210040710_e7921fabcf.jpg" />Devido a um compromisso no sábado à tarde, eu não poderia ir para a praia durante o final de semana inteiro, resolvi então esquematizar um final de semana alternativo, surf no asfalto no sábado de manhã e surf na água no domingo de manhã nas merrecas do litoral paranaense.</p>
<p class="MsoNormal">Sábado o dia amanheceu meio cinzento em São José dos Pinhais-PR, cidade sem praia, mas com boas ladeiras de asfalto novo. Na noite anterior já havia combinado com o Wagner, um amigo fissurado por todas as modalidades de skate e de esportes com prancha, para descobrirmos alguma ladeira nova na cidade. Fomos em direção a um bairro nas proximidades da BR-277, havia lá uma bela descida de asfalto recém inaugurado, que é caminho para o novo presídio da cidade. A rua ainda sem movimento de veículos, localiza-se ao meio de bosques de eucaliptos, sendo assim, um convite à diversão.</p>
<p class="MsoNormal"><span /><img width="185" height="247" align="right" src="http://static.flickr.com/85/210040707_ab4340f015.jpg" />Estávamos com equipamentos de filmagem e fotografia para registrar os momentos. Como o dia estava nublado não tínhamos luz suficiente para produzirmos boas fotos, porém uma ou outra foto sempre fica boa&#8230; começamos então as descidas. No melhor estilo surf possível, fizemos boas manobras, íamos até o final da ladeira aproveitando ao máximo os cut backs, rasgadas e é lógico a adrenalina.</p>
<p class="MsoNormal"><span />Descemos por mais de uma hora, uma descida atrás da outra, várias fotos, várias vídeos, as pernas já começam a ficar cansadas, mas continuamos, até começar a dar uns pingos de chuva. O céu estava cinzento, sinistro, começou a ventar mais forte, opa, final da session. Nos abrigamos no carro e começou a chover muito forte, chuva com vento. A diversão havia acabado. Caberia a nós neste momento aguardar o sábado passar e tentar fazer um surf real no domingo.</p>
<p class="MsoNormal"><span /><img width="218" height="212" align="left" src="http://static.flickr.com/87/210040708_c178166faa.jpg" />No caminho de volta para casa após a session, passamos por outros possíveis picos de Carveboard na cidade, olhamos, analisamos, e a chuva forte impedia que experimentássemos aquelas outras descidas. Agora era torcer para o dia seguinte ter umas ondas&#8230;ou marcar o próximo role de Carveboard, o surf no asfalto!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Encurtando o Caminho para o Surf</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Aug 2006 16:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Condicionamento]]></category>

		<category><![CDATA[Surf]]></category>

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		<description><![CDATA[Conseguir ficar em pé em uma prancha deslizando por uma coluna de água em movimento é uma das melhores sensações que se pode ter na vida. A integração é total quando o resultado é agradável e bonito de se ver. Movimentos fluídos, uma linha bem desenhada e a harmonia do surfista com a onda contam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguir ficar em pé em uma prancha deslizando por uma coluna de água em movimento é uma das melhores sensações que se pode ter na vida. A integração é total quando o resultado é agradável e bonito de se ver. Movimentos fluídos, uma linha bem desenhada e a harmonia do surfista com a onda contam muito para que tudo pareça ser plástico fácil e gracioso.Mas como em toda expressão do ser humano, descobrimos que quanto mais fácil parece, mas trabalho a pessoa teve para chegar até aquele nível. O surf é um dos<span id="more-6"></span><br />
esportes mais difíceis que existe porque exige ao mesmo tempo dedicação, persistência, condicionamento físico e perseverança. Para o surfista típico, aquele que não mora na praia e tem somente os finais de semana ou as férias para se dedicar ao esporte, lá se vai um bom ano para conseguir deslizar pelas primeiras paredes de uma onda. O caminho é longo e o objetivo principal, que é surfar, está lá no final, depois de várias fases que o candidato a surfista tem que passar.</p>
<p><img width="272" height="182" align="left" src="http://www.photosport.com/surfing/rox20185.jpg" />O primeiro desafio é deitar em cima da prancha e tentar remar para além da arrebentação. A prancha nesta hora atrapalha mais do que ajuda. A vontade de jogar aquela bóia para o lado e nadar em direção da calmaria do fundo é uma tentação enorme. Quando o pretendente a surfista consegue chegar ao fundo tem uma alegria enorme, pensa em gritar de euforia, mas quando vê uma dezena de outros caras já experiêntes, sentados em suas pranchas e aguardando a próxima onda, engole em seco e tenta sentar para esperar a sua primeira onda.</p>
<p><img width="279" height="209" align="right" src="http://www.coronadosurfing.com/pictures/David%20Surfing%20Website.JPG" />Veja bem que falei <em>tenta sentar</em>,  pois ele logo descobre que ficar em cima de uma prancha, mesmo sentado, é uma tarefa para lá de difícil na primeira vez. Se o pretendente a surfista não tem alguém junto com ele para dar as primeiras dicas, provavelmente irá desistir e dizer que aquele esporte não é para ele. Nada mais errado; é possível aprender a surfar, quase qualquer um consegue, mas sem<br />
dedicação, persistência, condicionamento físico e perseverança, que são coisas que só se adquire com o tempo,  vai ficar difícil mesmo  conseguir atingir aquele sonho de deslizar na parede de uma onda.</p>
<p>Mas como então encurtar este caminho e deixá-lo menos penoso? É possível acelerar o aprendizado do surf, mesmo não estando na água, remando e levando algumas ondas na cabeça? Olha, mágina não existe, mas o ser humano sempre tem uns três ou quatro truques dentro de sua bolsinha de criatividade e inteligência. <img src='http://surfnoasfalto.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Entra em cena o Carveboard</strong><br />
<img width="328" height="234" align="left" src="http://www.eckertphotoimaging.com/Commercial/Carveboard/images/ChrisCorrente2.jpg" /> É aí que entra o carve, como um dos truques que podem se acoplar no arsenal de <a href="http://surfnoasfalto.com.br/blog/2006/08/12/experimentando-o-carveboard-pela-primeira-vez/">técnicas e estratégias</a> para formar um bom surfista. E olha que não estou falando de Kelly Slaters ou Gerry Lopez da vida. Estou falando daquele cara (ou menina) que já sonhou em poder deslizar em uma onda curtindo a sensação da natureza e se sentindo Deus por alguns segundos. Nada de batidas na junção da onda, aéreos fenomenais ou rasgadas que espirram água em todo o pessoal. Nada disso. Somente uma remada bem feita, uma subida na prancha e o deslizar por aquela parede de água, imaginando que aquilo não vai ter mais fim.</p>
<p><strong>Equilíbrio</strong><br />
<img align="right" src="http://aurelio.net/img/carve.jpg" /> O carve é extremamente mole e por isso é tão bom para se treinar o equilíbrio. Não é a toa que nas primeiras lições comparo ele à uma bicicleta. Ninguém consegue ficar equilibrado em uma bicicleta se ela não estiver em movimento (bem, quase ninguém). Agora, se você dá uma ou duas pedaladas pronto!, já está equilibrado e andando de um lado para o outro. No carve é a mesma coisa, é preciso de um deslocamente inicial para que a pessoa consiga se equilibrar. Treinando no carve você desenvolve naturalmente seu sentido de equilíbrio, o que poderá lhe ajudar quando estiver em cima de uma prancha na onda.</p>
<p><strong> Movimentos do Surf</strong><br />
<img align="left" src="http://www.utahsportsmag.com/past-issues/v1n05/images/carveboard-01.jpg" /> Como o carve foi feito para ser um simulador é natural que seus movimentos sejam muito semelhantes aos executados no surf. Isso quer dizer que cada vez que você andar de carve estará treinando o seu corpo para reagir melhor quando estiver em uma prancha dentro da água. Não pense que o carve substitui o treinamento dentro d&#8217;água ou que é só ficar um mês direto andando de carve que você conseguirá surfar sem nunca ter colocado um pé em contato com a parafina. Nada disso. Mas com certeza o carve vai ser um forte complemento no seu aprendizado, melhorando a sua postura, as respostas na prancha e as sutis diferenças de como a onda se apresenta para você.</p>
<p><strong>Condicionamento Físico</strong><br />
<img align="right" src="http://static.flickr.com/69/188511757_a16bdb43fb_m.jpg" /> Conhece aquele surfista típico, que tem um baita peitoral, braços fortes e pernas fininhas? <img src='http://surfnoasfalto.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> Pois é, isso tem uma razão de ser. Na maior parte do tempo o surfista não surfa, ele rema! 80 a 90% do tempo que um surfista passa na água é para remar. Com muita sorte no restante do tempo ele está pegando ondas. Por isso o desenvolvimento dos membros superiores é grande. E as pernas, onde ficam nesta história? Elas ficam deitadas ao longo da prancha, praticamente sem se mexer até que o surfista pega uma onda. A partir daí, em longos 5 ou no máximo 10 segundos elas se movimentam seguindo a parede da onda e deslizando junto com a prancha.</p>
<p>No carve é exatamente o contrário. As pernas são exigidas durante toda a session. Seja enquanto o carveboarder está descendo a ladeira, deslizando de um lado para outro, seja quando ele sobe a rua para descer mais uma vez. Isso provoca duas coisas muito boas: um condicionamento físico aeróbico prazeroso e divertido (quem disse que academia é divertido?) e um grande alongamento dos músculos, sobretudo da cadeira posterior, desde as pernas até as costas.</p>
<p><strong>Concluindo</strong><br />
Como falei acima, o carve não é um substituto do surf, mas sim um poderoso complemento, mantendo as mesmas características do esporte, somando ao invés de diminuir, acrescentando ao invés de denegrir.</p>
<p>Surf na alma, seja no mar ou no asfalto!</p>
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		<title>Como Comecei a Surfar no Asfalto</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Aug 2006 05:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[No final de 2001 eu estava em mais uma transição entre esportes. Tinha parado de voar de parapente a pouco tempo e ainda não havia escolhido outro esporte para me dedicar. A Bel, o tesão da minha vida, já surfava de body-boarding fazia muitos anos. Os meus cunhados, o Dudu e o Gian também surfavam. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final de 2001 eu estava em mais uma transição entre esportes. Tinha parado de voar de <a href="http://stulzer.net/parapente/">parapente</a> a pouco tempo e ainda não havia escolhido outro esporte para me dedicar. A Bel, <a href="http://www.stulzer.net/bel/">o tesão da minha vida</a>, já surfava de body-boarding fazia muitos anos. Os meus cunhados, o Dudu e o Gian também surfavam. Hmmm, comecei a pensar que poderia ser a hora de me engatar em uma nova aventura.<span id="more-5"></span></p>
<p><img src="http://www.stulzer.net/parapente/images/eu/eu2.jpg" /><br />
Um belo dia estávamos na casa do meu sogro em Guaratuba e peguei a velha Cristal Graffiti do Gian emprestada. Não sabia fazer nada e achei, com aquela típica ignorância dos novatos, que poderia sair surfando naquele dia mesmo. Quáquáquá, consegui chegar no fundo, mas quem disse que sequer ficava sentado na prancha?</p>
<p><img src="http://static.flickr.com/85/207771065_eea3525b32_m.jpg" /></p>
<p>Mas achei interessante aquela história e resolvi encarar. No início peguei dicas com o Dudu e o Gian, até que comprei uma Canfield 6.2&#8242; usada. Muito legal a prancha, só que não sabia que para um novato era melhor pegar uma prancha maior.</p>
<p><img width="193" height="267" align="left" src="http://surfnoasfalto.com.br/carve-propaganda.jpg" />Neste meio tempo, exatamente em abril de 2002, em enxerguei a luz! Na volta de uma viagem para São Paulo, comprei uma revista Surfer e vi uma propaganda de página inteira do carveboard. Na hora entendi o que era aquele esqueitão enorme, de rodas e pneus grandes, fazendo os mesmo movimentos do surf que via nas revistas.</p>
<p>No dia seguinte acessei o site da empresa e baixei os vídeos: eu havia sido contaminado. Menos de um mês depois já estava com o carrinho na minha casa.</p>
<p>O problema foi pegar de manhã o brinquedo no correio e não poder andar até as onze horas da noite. Mas a história da primeira session vai ficar para um outro post&#8230; <img src='http://surfnoasfalto.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /></p>
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		<title>Surf no Asfalto como Você Nunca Viu!</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Aug 2006 04:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;ADMINNICENAME&#62;</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Cansado de só dar uma caída no mar no fim de semana? Gostaria de poder fazer uma session de gala no fim de tarde? Pois é, por esta e por outras é que o carveboard foi inventado.
O Carve foi desenvolvido para ser o simulador perfeito do surf e em pouco tempo você pega a ginga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cansado de só dar uma caída no mar no fim de semana? Gostaria de poder fazer uma session de gala no fim de tarde? Pois é, por esta e por outras é que o carveboard foi inventado.</p>
<p>O Carve foi desenvolvido para ser o simulador perfeito do surf e em pouco tempo você pega a ginga do carve e começa a desfrutar das cavadas e rasgadas. É muito legal poder ficar deslizando por horas em um asfalto perfeitinho, simulando uma onda, treinando aquela rasgada ou batida inúmeras vezes, até que saia perfeita.<span id="more-4"></span></p>
<p>A história toda começou por volta de 1992 quando o surfista havaiano Laird Hamilton começou a desenvolver um skate para simular o surf, construído a partir de peças usadas e pneus de bicicleta. O projeto ficou meio esquecido até que apareceu o mountainboard, utilizando conceitos mais modernos de eixos sobre molas e inclinação no shape. Partindo deste princípio, Brad Gerlach e seu pai Joe, criaram o primeiro protótipo do carve, para ser utilizado na gravação de um vídeo de dicas de surf. <a href="http://flickr.com/photos/aureliojargas/205837935/"><img align="right" src="http://static.flickr.com/79/205837935_8eaa810450_m.jpg" /></a></p>
<p class="Photo">
<p>O skate ficou tão bom que logo Brad e seus amigos começaram a utilizá-lo para treinar quando o mar estava flat. Brad vislumbrou o potencial do skate e o batizou com o nome de Carveboard, de onde o termo <em>carve</em> vem da cavada, manobra em que o surfista faz um curva fechada, inclinando bastante o corpo. Em 1997 ele criou a Carveboard Sports e começo a fazer o carve em larga escala.</p>
<p>E o resto é história, com milhares de carves espalhados pelo mundo, proporcionando um surf de asfalto com todas as sensações daquela queda clássica num mar de um metrão.</p>
<p class="Photo"><a href="http://flickr.com/photos/aureliojargas/194768300/"><br />
</a></p>
<p class="Photo"><a href="http://flickr.com/photos/aureliojargas/194768300/"><img align="left" src="http://static.flickr.com/68/194768300_caf13070ea_m.jpg" /></a></p>
<p>O conceito do carve, com pneus largos, slick e com molas bem soltas ainda não foi superado. O Carveboard americano foi o primeiro a atingir este estado de tecnologia. A partir daí outros fabricantes pelo mundo passaram a usar o mesmo conceito nos seus produtos para fazer produtos similares. Com o tempo as inovações começaram a aparecer através de outras empresas, como foi o caso da primeira fábrica nacional de carves, a Dropboards. Fazendo um carve idêntico ao americano, ela preencheu uma lacuna no mercado nacional que carecia de um produto similar ao importado, mas com toda a sua qualidade e a um preço bem mais acessível.</p>
<p>E não pense que o carve é um skate longboard com pneus de borracha e largos. É só subir em cima de um carve para ver como o conceito é totalmente diferente. Ao contrário do skate normal, o qual você controla somente com os pés, no carve é necessário utilizar a parte superior do corpo, inclinando-o como no surf, para que ele mude de direção. Com um pouco de treino é possível inclinar muito o corpo e sentir aquela pressão da parede da onda ou da cavada bem fechada feita logo após o drop.</p>
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