Como Comecei a Surfar no Asfalto
No final de 2001 eu estava em mais uma transição entre esportes. Tinha parado de voar de parapente a pouco tempo e ainda não havia escolhido outro esporte para me dedicar. A Bel, o tesão da minha vida, já surfava de body-boarding fazia muitos anos. Os meus cunhados, o Dudu e o Gian também surfavam. Hmmm, comecei a pensar que poderia ser a hora de me engatar em uma nova aventura.

Um belo dia estávamos na casa do meu sogro em Guaratuba e peguei a velha Cristal Graffiti do Gian emprestada. Não sabia fazer nada e achei, com aquela tÃpica ignorância dos novatos, que poderia sair surfando naquele dia mesmo. Quáquáquá, consegui chegar no fundo, mas quem disse que sequer ficava sentado na prancha?

Mas achei interessante aquela história e resolvi encarar. No inÃcio peguei dicas com o Dudu e o Gian, até que comprei uma Canfield 6.2′ usada. Muito legal a prancha, só que não sabia que para um novato era melhor pegar uma prancha maior.
Neste meio tempo, exatamente em abril de 2002, em enxerguei a luz! Na volta de uma viagem para São Paulo, comprei uma revista Surfer e vi uma propaganda de página inteira do carveboard. Na hora entendi o que era aquele esqueitão enorme, de rodas e pneus grandes, fazendo os mesmo movimentos do surf que via nas revistas.
No dia seguinte acessei o site da empresa e baixei os vÃdeos: eu havia sido contaminado. Menos de um mês depois já estava com o carrinho na minha casa.
O problema foi pegar de manhã o brinquedo no correio e não poder andar até as onze horas da noite. Mas a história da primeira session vai ficar para um outro post… ![]()